Diocese de Limoeiro do Norte
Palavra do Bispo Diocesano

Uma Igreja em saída no Vale do Jaguaribe

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Dom André Vital, SCJ
Dom André Vital, SCJBispo Diocesano de Limoeiro do Norte

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Dias em cinza ainda não estão no arquivo — hoje sempre funciona, e os demais dias vão ficando disponíveis conforme o tempo passa.

08/03/2026

3º Domingo da Quaresma

Quaresma Roxo

Primeira Leitura (Ex 17,3-7)

Leitura do Livro do Êxodo ­– Naqueles dias, 3o povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e dizia: “Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para nos fazer morrer de sede, a nós, nossos filhos e nosso gado?” 4Moisés clamou ao Senhor, dizendo: “Que farei por este povo? Por pouco não me apedrejam!” 5O Senhor disse a Moisés: “Passa adiante do povo e leva contigo alguns anciãos de Israel. Toma a tua vara com que feriste o rio Nilo e vai. 6Eu estarei lá, diante de ti, sobre o rochedo, no monte Horeb. Ferirás a pedra e dela sairá água para o povo beber”. Moisés assim fez na presença dos anciãos de Israel. 7E deu àquele lugar o nome de Massa e Meriba, por causa da disputa dos filhos de Israel e porque tentaram o Senhor, dizendo: “O Senhor está no meio de nós ou não?”.

Palavra do Senhor.

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Salmo (Sl 94(95))

— Hoje não fecheis o vosso coração, mas ouvi a voz do Senhor!
— Hoje não fecheis o vosso coração, mas ouvi a voz do Senhor!

— Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o rochedo que nos salva! Ao seu encontro caminhemos com louvores e, com cantos de alegria, o celebremos!

— Vinde, adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão.

— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: “Não fecheis os corações como em Meriba, como em Massa, no deserto, aquele dia em que outrora vossos pais me provocaram, apesar de terem visto as minhas obras”.

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Segunda Leitura (Rm 5,1-2.5-8)

Leitura da carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos, 1 justificados pela fé, estamos em paz com Deus, pela mediação do Senhor nosso, Jesus Cristo. 2 Por ele tivemos acesso, pela fé, a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos, na esperança da glória de Deus. 5 E a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. 6 Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado. 7 Dificilmente alguém morrerá por um justo; por uma pessoa muito boa, talvez alguém se anime a morrer. 8 Pois bem, a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós quando éramos ainda pecadores.

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Evangelho (Jo 4,5-42 (forma breve em colchetes))

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

Naquele tempo, [5Jesus chegou a uma cidade da Samaria chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço. Era por volta do meio-dia. 7 Chegou uma mulher da Samaria para tirar água. Jesus lhe disse: “Dá-me de beber”. 8 Os discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. 9 A mulher samaritana disse então a Jesus: “Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?” De fato, os judeus não se dão com os samaritanos. 10 Respondeu-lhe Jesus: “Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: ‘Dá-me de beber’, tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva”. 11 A mulher disse a Jesus: “Senhor, nem sequer tens balde e o poço é fundo. De onde vais tirar a água viva? 12 Por acaso, és maior que nosso pai Jacó, que nos deu o poço e que dele bebeu, como também seus filhos e seus animais?” 13 Respondeu Jesus: “Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo. 14 Mas quem beber da água que eu lhe darei, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna”. 15 A mulher disse a Jesus: “Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede nem tenha de vir aqui para tirá-la”.] 16 Disse-lhe Jesus: “Vai chamar teu marido e volta aqui”. 17 A mulher respondeu: “Eu não tenho marido”. Jesus disse: “Disseste bem que não tens marido, 18 pois tiveste cinco maridos e o que tens agora não é o teu marido. Nisso falaste a verdade”. 19 A mulher disse a Jesus: [“Senhor, vejo que és um profeta! 20 Os nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar”. 21 Disse-lhe Jesus: “Acredita-me, mulher, está chegando a hora em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22 Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. 23 Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, esses são os adoradores que o Pai procura. 24 Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade”. 25 A mulher disse a Jesus: “Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar. Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas”. 26 Disse-lhe Jesus: “Sou eu, que estou falando contigo”.]
27 Nesse momento, chegaram os discípulos e ficaram admirados de ver Jesus falando com a mulher. Mas ninguém perguntou: “Que desejas?” ou “Por que falas com ela?” 28 Então a mulher deixou o seu cântaro e foi à cidade, dizendo ao povo: 29“Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Será que ele não é o Cristo?” 30 O povo saiu da cidade e foi ao encontro de Jesus. 31 Enquanto isso, os discípulos insistiam com Jesus, dizendo: “Mestre, come”. 32 Jesus, porém, disse-lhes: “Eu tenho um alimento para comer que vós não conheceis”. 33 Os discípulos comentavam entre si: “Será que alguém trouxe alguma coisa para ele comer?” 34 Disse-lhes Jesus: “O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. 35 Não dizeis vós: ‘Ainda quatro meses, e aí vem a colheita’? Pois eu vos digo, levantai os olhos e vede os campos: eles estão dourados para a colheita! 36 O ceifeiro já está recebendo o salário e recolhe fruto para a vida eterna. Assim, o que semeia se alegra junto com o que colhe. 37 Pois é verdade o provérbio que diz: ‘Um é o que semeia e outro o que colhe’. 38 Eu vos enviei para colher aquilo que não trabalhastes. Outros trabalharam, e vós entrastes no trabalho deles”.
[39Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em Jesus], por causa da palavra da mulher que testemunhava: “Ele me disse tudo o que eu fiz”. [40Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles. Jesus permaneceu aí dois dias. 41 E muitos outros creram por causa da sua palavra. 42 E disseram à mulher: “Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o salvador do mundo”.]

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Oração do dia (Coleta)

Ó Deus, autor de toda misericórdia e bondade, que indicastes o jejum, a oração e a esmola como remédio contra o pecado, acolhei benigno esta confissão da nossa humildade, para que, reconhecendo as nossas faltas, sejamos sempre regenerados pela vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

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Santo Antônio de SantAnna Galvão (Frei Galvão)
Santo do Dia

Santo Antônio de SantAnna Galvão (Frei Galvão)

Frei Antônio de Sant’Anna Galvão, conhecido como Frei Galvão, nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo. Ele nasceu em uma família muito religiosa, rica e nobre, sendo o quarto de dez filhos. Seu pai, Antônio Galvão de França, era comerciante e pertencia à Ordem Terceira Franciscana. Sua mãe se chamava Isabel Leite de Barros.

A Adolescência e a Devoção a Sant’Ana

Aos 13 anos de idade, Frei Galvão foi enviado pelos pais para estudar ciências humanas no seminário jesuíta Colégio de Belém, em Cachoeira, na Bahia. Durante seus quatro anos de estudos lá, ele se destacou nas áreas de construção civil e prática cristã. Foi nessa época que recebeu a triste notícia da morte prematura de sua mãe, o que o levou a adotar Sant’Ana como sua mãe espiritual, passando a se chamar “Frei Antônio de Sant’Anna Galvão”.

A Vida Franciscana

Após concluir seus estudos, Frei Galvão ingressou na Ordem Franciscana, no convento de Macacu, em Itaboraí, Rio de Janeiro. Em 11 de julho de 1762, foi ordenado sacerdote e transferido para o Convento de São Francisco, na cidade de São Paulo, onde deu continuidade aos estudos de filosofia e teologia.

O “Novo Esplendor do Convento”

Em 1768, Frei Galvão foi nomeado confessor, pregador e porteiro do convento, sendo reconhecido por sua dedicação e talento nesses cargos. Tamanho era o seu destaque que a Câmara Municipal de São Paulo lhe conferiu o título de o “novo esplendor do Convento”. Em 1770, ele foi convidado a fazer parte da Academia Paulistana de Letras devido às suas habilidades poéticas em latim.

A Fundação do Recolhimento Nossa Senhora da Luz

Em 1769, Frei Galvão foi designado para ser confessor no Recolhimento de Santa Teresa, em São Paulo, onde conheceu a Irmã Helena Maria do Espírito Santo. Ela dizia receber um pedido de Jesus: a fundação de um novo Recolhimento. Mesmo em uma época em que a construção de conventos e igrejas estava proibida, Frei Galvão decidiu assumir a fundação do Recolhimento Nossa Senhora da Luz. A construção levou 28 anos para ser concluída e deu origem ao Bairro da Luz em São Paulo.

O Mestre dos Noviços e as Pílulas Milagrosas

Frei Galvão foi preso injustamente ao defender um homem, mas o povo e o Bispo de São Paulo intercederam por sua liberdade. Em 1781, ele foi nomeado mestre de noviços em Macacu e, em 1798, assumiu o cargo de guardião do Convento de São Francisco. Em 1811, fundou o Convento de Santa Clara em Sorocaba.

Além de suas atividades religiosas, Frei Galvão se destacou por sua vida de oração e pelos fenômenos místicos que testemunharam. Ele possuía habilidades como o dom da cura, dom de ciência, bilocação e levitação, sempre utilizando esses dons para ajudar os doentes e necessitados.

As Pílulas de Frei Galvão

Frei Galvão ficou conhecido pelas famosas pílulas milagrosas que ele distribuía. Em uma ocasião, diante da impossibilidade de ir rezar por um doente, ele escreveu uma frase do ofício de Nossa Senhora em um pedacinho de papel e o transformou em uma pílula. Ao ser tomada em oração, a pílula resultou na cura do doente. A fama das pílulas se espalhou rapidamente, e Frei Galvão passou a abençoar e distribuir essas pílulas para o povo, sendo relatados inúmeros testemunhos de graças alcançadas através delas.

A Canonização e o Legado

Frei Galvão faleceu no Mosteiro da Luz em 23 de dezembro de 1822, poucos meses após a independência do Brasil. Sua fama de santidade era tanta que uma multidão se reuniu para se despedir do santo. Em 1998, ele foi beatificado pelo Papa João Paulo II e, em 2007, foi canonizado por Bento XVI, tornando-se o primeiro santo brasileiro. Sua vida de dedicação à fé, às obras de caridade e seu legado de milagres e graças alcançadas tornam Frei Galvão um exemplo de santidade e de devoção no Brasil.

Fonte: catolicoapp.com

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Homilia de Dom André Vital, SCJ

30º Domingo Tempo Comum (Mt 22,34-40) – O amor é sempre o maior e o primeiro

O evangelho desse domingo faz parte da última fase do ministério público de Jesus, quando os conflitos com as lideranças religiosas de Jerusalém se intensificam. Depois dos embates com os discípulos dos fariseus e partidários de Herodes (29º Domingo), mais uma vez os opositores voltam a interpelá-lo. Mateus afirma que um deles faz uma pergunta “para experimentá-lo” (peirazō), verbo que possui um sentido mais profundo do que uma simples indagação intelectual; aparece frequentemente em contextos de oposição a Jesus, inclusive no momento das tentações do deserto (Mt 4,1-3). Deste modo, evidencia-se a relação semântico-teológica entre a ação do diabo e a atitude dos adversários de Jesus que não perguntam para aprender, mas para verificar se Ele cairá em erro doutrinal ou ensina contra a tradição rabínica, que identificava 613 mandamentos.

Embora todos os mandamentos fossem considerados provenientes de Deus, os rabinos discutiam frequentemente quais eram os mais importantes e quais os secundários. Essa preocupação aparece também no judaísmo do Segundo Templo. Havia mandamentos considerados “graves” (hamurot) e outros “leves” (qalot). Por isso, a pergunta do doutor da Lei era relevante, já que um verdadeiro mestre deveria ser capaz de indicar o princípio que unificava toda a Lei. Quando Jesus fala dos “menores mandamentos” em Mateus 5,19, Ele demonstra conhecer esse debate e participar dele.

Jesus responde unindo dois textos do Antigo Testamento: “Amarás o Senhor teu Deus…” (Dt 6,5), e “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lv 19,18). A novidade não está em citar esses textos, pois ambos já eram conhecidos, mas em uni-los de maneira inseparável. Enquanto alguns rabinos procuravam resumir a Lei em um único princípio, Jesus apresenta uma síntese dupla: o amor a Deus e o amor ao próximo são distintos, mas inseparáveis. O segundo mandamento não é um acréscimo opcional. Ele nasce do primeiro e o manifesta concretamente.  Há vários verbos gregos para amor: (philéo=afeição; eráo= amor apaixonado; storgéo= amor familiar; agapáo= amor de decisão e entrega). O mandamento não exige sentimento, exige adesão da vontade, decisão de fazer o bem. O amor bíblico não é primordialmente emoção, é fidelidade à vontade de Deus que nos criou para vivermos a fraternidade, cujo fundamento é o amor entrega.

“Com todo o teu coração” não significa com forte emoção, pois no mundo semita coração (kardia) é a sede da inteligência, da vontade, das decisões. Portanto, é fazer de Deus o centro de todas as decisões. Sem essa convicção fundamentada num amor maior não se conseguirá viver as consequências de ser amado por Deus, isto é, amar também os que Ele ama.

“Com toda a tua alma“. A palavra “alma” é uma das possibilidades de traduzir psyché, mas também tem o significado de vida, existência”. Por isso, não diz respeito apenas a uma dimensão (espiritual), mas a todo o ser.

“Com toda a tua mente“. A palavra grega (diánoia: mente) pode ser também traduzida por entendimento, raciocínio, capacidade intelectual. Isto indica que o discípulo deve amar Deus, também, intelectualmente, pois não há oposição entre fé e razão.

“Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos”. A expressão grega (krématai) significa literalmente estão suspensos (pendurados). A imagem é muito rica: toda a revelação do Antigo Testamento está “sustentada” por esses dois mandamentos. Se eles forem retirados, todo o restante perde sua base. Jesus não elimina a Lei, mas revela seu fundamento e sua finalidade.

A resposta de Jesus revela que o amor é o princípio interpretativo de toda a Lei, que a verdadeira obediência a Deus não pode ser separada da caridade para com o próximo, e que o culto sem amor se torna vazio, pois o amor ao próximo é a prova concreta do amor a Deus. Nesse sentido, Jesus ultrapassa uma compreensão meramente legalista da religião. A questão não é quantos mandamentos existem, mas qual é o coração de todos eles. Os fariseus não estavam errados ao estudar a Lei. O problema surge quando a observância dos preceitos se torna mais importante do que a sua finalidade.

Também hoje podemos cair na mesma tentação: conhecer a doutrina sem cultivar a caridade, defender uma verdade teórica sem viver concretamente a misericórdia, cumprir práticas religiosas sem conversão do coração, e confundir fidelidade com rigorismo. Jesus não elimina os mandamentos, mas recorda que eles existem para conduzir ao amor.

O elemento mais surpreendente da resposta de Jesus é afirmar que o segundo mandamento é “semelhante” ao primeiro. Na vida cotidiana, isso significa que o amor ao próximo não é opcional. A forma como tratamos as pessoas é o termômetro que indica a qualidade da nossa vida espiritual. Quando o amor desaparece, até a observância mais rigorosa perde o seu sentido espiritual. Como dirá São Paulo: “Ainda que eu tenha toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada sou” (1Cor 13,2).

O discípulo autêntico não é aquele que apenas conhece os preceitos, mas aquele que orienta toda a sua vida pelo amor a Deus e ao próximo, pois é nesse duplo amor que toda a revelação encontra sua unidade e cumprimento.

Dom André Vital Félix da Silva, SCJ
Bispo da Diocese de Limoeiro do Norte – CE
Mestre em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana

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